Hipnose

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Hipnose Clínica

Ao utilizar a hipnose para tratar um problema físico ou psicológico, chamamos o processo de hipnose clínica ou de hipnoterapia.

A hipnose pode ser definida como um estado alterado de consciência ou percepção.

A hipnose é um estado de profundo relaxamento no qual o consciente e o inconsciente do paciente podem ser focalizados para ficarem mais receptivos à sugestão terapêutica.

A hipnose é um estado passageiro no qual todos nós já vivemos pelo menos uma vez ao dia. Por exemplo, quando “nos perdemos” ao ler um livro, ao ver um filme ou durante a meditação, nossa atenção se concentra e cria esse estado entre o sonho e a vigília. O fator mais interessante é que o subconsciente pode trabalhar livremente sem a intervenção da mente consciente, ou seja, a parte analítica.

Trata-se de um estado de grande concentração provocado artificialmente por meio de palavras.

Podemos dizer que a hipnose é um processo de comunicação.

O sonho hipnótico nem sempre é necessário.

Como processo de comunicação, a hipnose é uma alteração ou modificação da consciência onde a parte analítica da mente se desassocia.

Toda hipnose é auto hipnose e o paciente está sempre no controle. Não há nada a temer, porque a hipnose é um processo completamente seguro quando é usada profissionalmente. O relaxamento que você vai experimentar será agradável e regenerador.

A maioria dos pacientes hipnotizados fica bem consciente do que ocorre ao seu redor na sala, a não ser que aceite a sugestão de não prestar atenção no ambiente. De certo modo, a hipnose é um estado de percepção intensificada de sentimentos e processos interiores.

Uma das reações mais comum em pessoas saídas do estado de hipnose, é a de não saberem se realmente foram hipnotizadas ou não. Elas esperam algo bizarro, algo mágico, quando simplesmente se trata de um estado de relaxamento que focaliza estímulos internos.

Não há nada perigoso em relação à hipnose. De fato, é um dos procedimentos mais seguros no processo terapêutico.

A hipnose pode ser usada em vários problemas emocionais ou físicos.

Na Psicanálise a Hipnose é empregada como uma ferramenta de trabalho para resolver problemas de tabagismo, emagrecimento, fobias, depressão, ansiedade, problemas sexuais, alcoolismo, problemas de fala, terapia de regressão de idade, dores crônicas, autoestima  e fortalecimento do ego e melhoras na concentração ou memória, bloqueios emocionais, além de outros casos.

Há condições físicas ou emocionais nas quais não está indicado o tratamento pela hipnose.

O profissional encarregado deve tomar a decisão quanto à aplicabilidade do tratamento da hipnose. Ele deve obter um histórico completo do paciente para determinar se existem condições físicas ou emocionais que contraindiquem o uso da hipnose. O profissional provavelmente não utilizará a hipnose com uma pessoa que apresente uma doença coronária grave ou se tiver uma condição física que possa mascarar uma doença.

Nos problemas emocionais severos como a psicose e estados “borderline”, a hipnoterapia pode ser inadequada.

Nas mãos de um hipnólogo qualificado, não haverá perigo nenhum na utilização da hipnose. Como o paciente está no controle, não há dificuldade em sair do estado hipnótico. O hipnólogo fará um histórico completo antes de usar a hipnose e, se existir qualquer contraindicação ao seu uso, outro tratamento será indicado.

Toda hipnose é auto hipnose. O profissional assume o papel de agente ou instrutor para ajudá-lo a conseguir este estado agradável.

Alguns hipnólogos  gravam fitas para seus pacientes, para serem usadas entre as sessões ou no lugar de sessões repetitivas.

Um bom exemplo é o uso da hipnose no tratamento de dores crônicas, onde muitas vezes, fitas são usadas pelo paciente conforme a sua necessidade.

Cada vez mais frequente nos consultórios, a hipnose tem assegurado processos mais breves de terapia, com resultados bastante positivos e seguros.

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