Pão Com Manteiga

Esta pequena história pode ser aplicada no relacionamento entre casais, entre pais e filhos, amigos, inclusive do trabalho.
Essa é a história de um casal que todos os dias, tomava o café da manhã juntos.

No dia de suas bodas de prata, a mulher passou a manteiga na casca do pão, pensando: “Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido, e por 25 anos lhe dei o miolo. Hoje quero satisfazer o meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida.” E entregou a casca para o marido, ficando com o miolo.

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num largo sorriso e ele lhe disse:
“Muito obrigado por este presente, meu amor! Durante 25 anos desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!”

Moral da história:
1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe.
2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode esperar algo totalmente diferente de você.
3. Deixe-o falar, peça-lhe para falar e quando não entender o que o outro diz, não traduza. Peça que ele explique melhor. Enfim, saia do achismo, do eu penso que ele pensa que eu penso, se eu falar isso ele vai falar aquilo, etc.
4. Quando descobrir o que o outro deseja de verdade, não se culpe por ter ficado 25 anos sem saber. Apenas acolha a descoberta e siga em frente. Permita-se ser feliz.

PS: Tão simples como um pão com manteiga!

” Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar “

Uma Viagem no Mundo do Inconsciente

Uma Viagem no mundo do inconsciente.

Tarô, o Espelho da Alma

As cartas do Tarô Egípcio contêm o conhecimento dos mistérios maiores de cada etapa do desenvolvimento humano de toda uma vida. A real origem do tarô ainda não foi comprovada com total segurança, permanecendo misteriosa até os dias atuais.

Entretanto, é provável que as vinte e duas imagens dos Arcanos Maiores estivessem contidas em um antigo escrito egípcio – o Livro de Thot -, também conhecido como “O Primeiro Livro da Humanidade”.

O Livro de Thot levou ao Egito a base de conhecimento dos processos iniciáticos para que aqueles que desejassem, e se mostrassem desejosos e dignos de obter o conhecimento e a consciência de si mesmos,  pudessem atingir a iluminação interior e servir aos deuses e à humanidade.

De acordo com a crença da politeísta sociedade egípcia da época, para se tornar um “iniciado” seria necessário percorrer, com êxito, as vinte e duas etapas dos caminhos do espírito, da alma e da realidade material, correspondentes, respectivamente, às divindades Osíris (pai), Ísis (mãe) e Hórus (filho).

Um aconselhamento terapêutico com base numa leitura séria de tarô não se propõe a ser uma prática adivinhatória, de busca de respostas prontas e bipolares tais como: sim, não, certo ou errado. Uma leitura e interpretação do tarô, em especial do tarô egípcio, visa promover uma reflexão o um (re)encontro consigo mesmo para o consulente, porque as cartas deste tarô revestem-se de um caráter iniciático quando mergulha numa abordagem arquetípica.

Através deste modo de prática e leitura, o tarô egípcio pode ser um importante instrumento para o aconselhamento terapêutico porque permite ajudar o cliente a encontrar as suas próprias respostas através do contato com sua sabedoria interior que é proporcionado por uma leitura de tarô com abordagem arquetípica.

Ciente de que a vibração das cartas não tem poder de influenciar, gerar e/ou evitar acontecimentos o consulente entende que no movimento natural da sua vida as cartas encontram-se embaralhadas sobre as mesas existenciais à medida que experimenta o aprendizado das etapas do conhecimento interior contidas em cada um dos arcanos (mistérios) do tarô.

O grande objetivo de uma leitura de tarô egípcio como suporte a uma sessão de aconselhamento terapêutico é ajudar o cliente no seu processo de busca da compreensão da lei universal de causa e efeito que rege todos os acontecimentos passados, atuais e futuros que resulta na compreensão de si mesmo e na percepção do seu poder pessoal.

A leitura interpretativa do Tarô Egípcio aponta possibilidades, tendências e opções de caminhos para que o consulente possa, a partir de seu livre-arbítrio, sintonizar-se com o Universo influindo ele mesmo de modo mais positivo sobre as próprias ações e decisões, redefinindo assim os rumos de sua vida, reconstruindo sua caminhando, co-criando o seu próprio destino, lado a lado com o Criador.

Um aconselhamento terapêutico com suporte do tarô egípcio é, de fato, uma rota para uma revelação interior, uma viagem ao fundo de seu inconsciente, um farol que lança luz nos pontos escuros da alma e que permite que o cliente ponha, ele mesmo, as suas próprias cartas na mesa aprendendo a fazer suas próprias escolhas no Grande Jogo da vida.

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