dez
15
The Personal Coach
dez
15
(A escolha de seus vagões)
Je ne sais pas pour vous, mais pour la plupart des gens, la grande majorité même, chacun a une multitude de tâches et responsabilités, et ce, chaque jour, chaque semaine, dans leur vie familiale, sociale, au travail, etc.
Parfois, je rencontre des gens qui me disent : je ne sais pas comment j’arriverai à tout faire… je n’ai que 24 heures par jour !
Je sais… la plupart des gens sont tous dans cette situation… ou presque !
Imaginez un train sur une voie ferrée. La locomotive traîne derrière elle plusieurs wagons : 5, 15, 28, 46, etc.
Lorsqu’il arrive à la gare de tri, il laisse quelques wagons et en prend d’autres. Cependant, jamais nous ne verrons une locomotive avec, derrière elle, une traînée de 500 wagons !
La raison est simple : elle manquerait de puissance ! Les responsables de ce train doivent donc faire des choix : Quels wagons doit-on laisser pour faire de la place aux nouveaux wagons prioritaires ? C’est essentiel.
Imaginez maintenant que vous soyez la locomotive… combien de wagons avez-vous derrière vous ?
Est-ce les mêmes qu’il y a 5 ans ? Probablement que non. Ce qui signifie que vous avez déjà fait des choix : laisser des wagons dont vous n’aviez plus besoin pour les remplacer par des wagons devenus nécessaires… vous voyez ?
En passant, si vous avez derrière vous tous les mêmes wagons qu’il y a 5 ans, cela signifie que vous n’avez pas progressé depuis ces 5 dernières années.
Pour progresser, vous devez avoir des wagons derrière vous. Parfois peu, parfois plus, mais vous devez absolument avoir des wagons derrière vous.
Ces wagons doivent être un défi, ils doivent vous permettre et vous inciter à progresser, et pas seulement à survivre ou à faire du sur-place. Ces wagons doivent être votre motivation à OSER !
Ensuite, vous devez accepter de passer à la gare… car pour progresser, vous devez obligatoirement vous départir de certains wagons pour en prendre d’autres… c’est OBLIGATOIRE, sinon, vous vous retrouverez au même point dans 5, 10 ou 12 ans, avec les mêmes « wagons », à la même étape.
Pire encore : vous garderez des wagons et en ajouterez d’autres… encore et encore ! Pour vous retrouver un jour avec 150 ou 200 wagons : pas surprenant que nous rencontrions autant de gens « fatigués et occupés, qui font du sur-place » et qui se rendent compte que leur vie n’avance pas… car ils manquent de puissance !
En passant, les wagons que vous laisserez derrière vous ont un jour été nécessaires. Ils vous ont déjà permis de vous rendre là où vous êtes aujourd’hui.
Cependant, ces mêmes wagons sont aujourd’hui un poids que vous traînez. Ce poids vous ralentit et vous empêche de progresser. Vous devez accepter que la mission de ces wagons soit terminée pour vous. Vous devez les laisser pour faire de la place aux nouveaux wagons dont leur mission est à venir… vous voyez ?
La solution est simple : Pour progresser, vous devez avoir des wagons qui vous permettent de progresser, et vous devez laisser à la gare ceux qui ne remplissent plus ce besoin. Vous DEVEZ VOUS DÉPARTIR de certaines choses pour passer à votre prochain niveau d’Excellence. C’est essentiel !
Ainsi, 24 heures par jour deviendront amplement suffisantes pour faire l’important… et il vous restera suffisamment de « puissance » pour aider les autres… à faire de même !
Dites-moi : avec votre train… jusqu’où irez-vous ?
dez
15
Muitas pessoas fazem chantagem sentimental com os outros: Pais em relação aos filhos, filhos em relação aos pais, mulher com marido e vice-versa… e muita gente termina sofrendo de graça, por casa da insensibilidade e a cara de pau dos outros. Ninguém é obrigado a sofrer por ninguém, ainda mais por chantagistas.
Eu já escrevi, várias vezes, sobre este tema, mas a incidência de pessoas que me manda e-mails, quase que diariamente, relatando sobre os seus sofrimentos, as suas angústias e até mesmo auto torturas, por causa DOS OUTROS, é algo que me deixa entre duas situações: Não sei se fico com pena ou se dou uma boa esculhambação, pra ver se deixa de ser besta.
A maioria é mulher, e têm algumas que parece que gostam de uma expressão um pouco mais dura, pra ver se acordam.
Eu disse, aos meus amigos, várias vezes, que muita gente sofre porque é besta mesmo.
Não consigo entender como é que podem, algumas pessoas, insistirem em adotar determinadas posturas que parece que elas são melhores até mesmo do que Deus.
Uai, e é possível alguém querer ser melhor do que Deus?
É isto mesmo. A mania da ostentação da bondade aparente, por parte de algumas pessoas e de instituições governamentais, pra “ficar bem na fita”, como se diz nos dias atuais, é algo impressionante.
Falar em “ficar bem na fita”, vocês já repararam que as pessoas adoram usar determinadas expressões da moda? É aquela criatura que adora repetir o que todo mundo está dizendo, a mesma que veste o que está na moda, ouve a música que está nas paradas, embora sejam verdadeiras porcarias, enfim, vive submissa ao mesmismo e vai onde a onda vai.
Nada mais faz sucesso, agora está tudo bombando. Você já reparou?
Já reparou, também, a quantidade de vezes, no dia, que a expressão “caiu a ficha” é utilizada, em nosso País?
Não faz muito tempo, havia uma expressão que era ouvida em nove, entre dez entrevistas que eram feitas com políticos: “alavancar”.
Nos dias de hoje “está tudo bombando”, “caiu a ficha”, “ninguém merece”, “vou ficar bem na fita”, “com certeza”, “vamos alavancar”, “me poupe”…
Mas não é isto que vem ao caso, aqui na matéria, embora o esforço que muitos fazem em ser fantoches da sociedade, ou macacos de imitação, também tem um certo coeficiente de culpa pelo sofrimento de muita gente, visto que as pessoas, em maioria, não conseguem ser elas mesmas e se vêem na obrigação de submissão a essa figura chamada “os outros”.
- “Ai, meu Deus, se eu fizer isto, o que os outros vão pensar? Se eu vestir assim, como estou com vontade, o que os outros vão dizer?”
Falta de personalidade, falta de identidade própria. É o que se chama de pessoa espelho, a que vive em função do que OS OUTROS acham.
Alamar R. Carvalho
nov
6
PRINCÍPIOS DO REIKI

Apenas por hoje …
- ESTOU SERENO/A,
- PERMANEÇO TRANQUILO/A,
- SOU GRATO/A,
- TRABALHO HONESTAMENTE,
- SOU BONDOSO/A PARA TODOS OS SERES;
Estes princípios, ou regras de conduta para a evolução espiritual, foram definidos por Mikao Usui e, aparentemente, são simples e fáceis de praticar.
Convido-o/a a meditar atentamente no sentido profundo destas palavras; observe que efeito teriam estes princípios no seu dia-a-dia e em si mesmo/a se os praticasse!
nov
6
ANIMAIS E PLANTAS
Sabia que o REIKI pode ser aplicado em animais e plantas?
Os animais são extremamente sensíveis ao REIKI, captando esta energia com uma receptividade incrível devido ao facto de não terem bloqueios intelectuais que dificultam o fluir energético.
As plantas tornam-se mais viçosas e verdes, exalam frescura e vigor e recuperam mais rapidamente de problemas bio-ambientais como pragas e poluição.
nov
6
BREVE HISTORIA DA REDESCOBERTA DO REIKI
A história do REIKI conta-nos as pesquisas e estudos de um sr. japonês, Mikao Usui, a sua dedicação atenta a uma causa e a procura de um método que se havia perdido e que era urgente redespertar. Através da aprendizagem de línguas antigas, como o sânscrito, do estudo dos ‘Sutras’ (manuscritos budistas) de investigações insistentes e meticulosas de diversas culturas e métodos onde era reconhecido terem existido práticas de cura, Sensei Usui obteve acesso a símbolos (yantras) e sons (mantras) sagrados. Práticas de meditação e jejum, exercícios rigorosos e transcendentes, muita disciplina e dedicação, praticados no Monte Kurama (ou Kuramayama) perto da cidade de Kyoto (Japão), contribuiram para que Mikao Usui atingisse a compreensão e o entendimento total dos mesmos, o que permitiu a aplicação e o uso prático dessa Energia Cósmica para a cura e a transmutação.
O poder da transformação do mal-estar humano, em diversos níveis, pela imposição de mãos havia sido então redescoberto, e desde o final do século XIX até aos nossos dias muitas são as pessoas que procuram este método holístico natural, simples e eficaz, para a progressão da sua evolução em todos os níveis e para a manutenção e/ou restabelecimento da saúde.
A vida de Mikao Usui, após este processo de redescoberta, foi dedicada ao REIKI, ensinando o método a muitos pessoas e alunos na escola que fundou em Tokyo em 1922, a USUI REIKI RYOHO GAKKAI, que ainda hoje existe.
A DIFUSÃO DO REIKI NO OCIDENTE
O REIKI, ao que se sabe hoje, foi introduzido no Ocidente por uma Srª havaiana, de nome Hawayo Takata (1900-1980). A Srª Takata foi aluna de um mestre formado por Mikao Usui, Chujiro Hayashi (1878-1941) o qual veio a formar a sua própria escola deREIKI, criando um método algo diferente do de Sensei Usui.
Devido aos (na época) recentes conflitos entre o Japão e os EUA e à grande diferença cultural e social destes dois países, a Srª Takata introduziu algumas alterações na história doREIKI (a “estória” dentro da história!!) e adaptou o método à mentalidade ocidental. Umas foram alterações compreensivas, necessárias e de grande utilidade para que oREIKI se tivesse disseminado por todos os continentes, tal como o Mikao Usui desejava, outras absolutamente dispensáveis (na opinião de alguns estudiosos/investigadores doREIKI).
Com o intuito de clarificar a história do REIKI e trazer à luz informação mais rigorosa e fidedigna, alguns mestres ocidentais, movidos pela curiosidade e confusos com tantas teorias e sistemas que vieram a desenvolver-se, procuraram constatar se aquilo que se dizia sobre oREIKI era verdadeiro e podia ser confirmado por manuscritos, informações e registos da época, entrevistas, etc.. Descoberta e “decifrada” a pedra memorial de Mikao Usui, muitas das ‘estórias’ contadas foram clarificadas e hoje em dia, embora as investigações continuem, o REIKI tem sido desvendado e está cada vez mais perto de ser ensinado e praticado conforme Sensei Usui o entendia e sistematizou. Muitos mestres têm investigado profundamente toda a história do REIKI e trazido à luz diversas descobertas que ajudaram na clarificação do método.
Mas talvez aquele que foi o mais importante passo para “descodificar” toda a história, chegou-nos em 1999, o Manual de Mikao Usui, ainda hoje usado na Gakkai. É nas suas páginas que se pode ler o seguinte:
«O meu Usui Reiki Ryoho é original, não existe nada como este método no mundo. Por isso gostaria de mostrá-lo ao público para que todos possam beneficiar dele e, espero, para que todos alcancem a felicidade. O meu REIKI Ryoho é um método original baseado no poder intuitivo existente no universo. Através deste poder o corpo torna-se mais saudável, a vida torna-se mais feliz e atinge-se a paz de espírito. Atualmente as pessoas necessitam de progredir e de reconstruir a sua vida exterior e interiormente. Deste modo, divulgo o meu método para ajudar todas as pessoas com doenças do corpo, da alma e da mente.(…)».
nov
6
O TRATAMENTO
O REIKI é aplicado por um terapeuta (emissor-canal) que impõe as mãos sobre determinados pontos do corpo (ou na aura), através de um toque suave e delicado sobre o corpo da pessoa a ser tratada (receptor). Não se assemelha a massagem e a pessoa fica integralmente vestida enquanto recebe o tratamento, podendo estar coberta por uma manta/lençol ou não. Não são necessários quaisquer artefatos (como velas, incensos, objetos ritualísticos, etc.) para proceder à aplicação de REIKI, mas alguns terapeutas usam-nos.
EXPERIMENTE
Se já se sentiu motivado a receber um tratamento REIKI, experimente!! Saboreie um intenso momento de relaxe, deixe contagiar-se pela paz!
Se pedir a opinião a alguém que se sujeitou a um tratamento de REIKI, talvez se surpreenda pois ouvirá, certamente, a pessoa dizer que sentiu uma tranquilidade indescritível e um tempo depois um vigor intenso e uma alegria serena, uma sensação de paz e luz interior.
Caso queira marcar uma consulta para receber esta energia,
ligue já para: 11-9975-4024
out
14
O maior exemplo de desapego vem das abelhas. Após construírem a colméia, abandonam-na. E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento. Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado sem preocupação com o destino que terá. Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás.
Na VIDA DAS ABELHAS temos uma grande lição. Em geral O homem constrói para si, pensa no valor da Propriedade, tem ambição de conseguir mais bens, sofre e briga quando na iminência de perder o que “lutou” para adquirir.
“Onde estiver nosso coração, ali estarão nossos tesouros….” Assim, não pode haver paz uma vez que pensamentos e sentimentos formem uma tela prendendo o ser ao que ele julga sua propriedade. Essa teia não o deixa alçar vôo para novas moradas. E tal impedimento ocorre em vida ou mesmo após a morte, quando um simples pensamento como “Para quem vai ficar a minha casa?” é capaz de retê-lo em uma etapa que já podia estar superada. Ele fica aprisionado a um plano denso, perde oportunidades de experiências superiores.
Para o homem, tirar a vida de animais e usá-los como alimento é normal. Derrubar árvores para fazer conservas de seu miolo, também. Costuma comprar o que está pronto e adquirir mais do que necessita. Mas as abelhas fabricam o próprio alimento sem nada destruir e, ainda, doam a maior parte dele.
A lição das abelhas vem do seu espírito de doação. Num ato incomum de desapego, abandonam tudo o que levaram a vida para construir. Simplesmente o soltam, sem preocupação se vai para um ou para outro. Deixam o melhor que têm, seja para quem for – o que é muito diferente de doar o que não tem valor ou de dirigir a doação para alguém da nossa preferência.
Se queremos ser livres, se queremos parar de sofrer pelo que temos e pelo que não temos, devemos abrigar em nós um único desejo: o de nos transformar. O exercício é ter sempre em mente que nada nem ninguém nos pertence, que não viemos ao mundo para possuir coisas ou pessoas, e que devemos soltá-las. Assim, quando alguém ou algo tem de sair de nossa vida, não alimentamos a ilusão da perda. Adquirimos visão mais ampla.
O sofrimento vem quando nos fixamos a algo ou a alguém. O apego embaça o que deveria estar claro: por trás de uma pretensa perda está o ensinamento de que algo melhor para nosso crescimento precisa entrar.. E se não abrimos mão do velho, como pode haver espaço para o novo?
Fonte: Boletim de SINAIS – nº 6 – Figueira
out
10
Os sete passos para a superação
do controle do ego

Aqui estão sete sugestões para ajudá-lo a transcender
os conceitos enraizados do orgulho.
Foi escrito com o intuito de prevení-lo
contra a falsa identificação com o ego orgulhoso.
1. Pare de se sentir ofendido.
O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado. Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece. Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina… É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é. Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal. Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido. Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz. Assim como nos lembra :a paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz.
O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e leva a agressão, ao contra-ataque e a guerra.
2. Abandone o querer vencer.
O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores. A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre. Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas. Você não se resume as suas conquistas e vitórias. Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas. Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é o medo do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa, significa que você não está se identificando unicamente com seu ego. Seja um observador, perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.
3. Abandone o querer estar certo.
O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura. Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego; “Não sou seu escravo. Quero me tornar generoso. Quero rejeitar a necessidade de ter razão”. Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade”. Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; “Quero estar certo ou ser feliz?” Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver.
4. Abandone o querer ser superior.
A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros. É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém. Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance. Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um. Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego. Ao projetar sentimentos de superioridade retorna a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade. Esses sentimentos são veículos que os levam para longe da intenção…
5. Deixe de querer ter mais.
O mantra do ego é “mais”. Ele nunca está satisfeito. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha. Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz. A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: “É dando que se recebe”. Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.
6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.
É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos. Você é um observador. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.
7. Deixe sua reputação de lado.
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens. Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção. Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte. Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa.
Ou como o título de um livro diz: O que você pensa não me diz respeito!
© 2008 Direitos Autorais Dr. Wayne W Dyer (fonte)